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	<title>Boteco Digital &#187; Dicas</title>
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		<title>Aumentando a segurança com SendEmail</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 01:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ziraldo Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[/root]]></category>
		<category><![CDATA[acesso por root]]></category>
		<category><![CDATA[comando]]></category>
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		<category><![CDATA[usuário administrativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheço bem algumas das necesidades básicas de quem gerencia uma rede: Ficar informado sobre dados que entram e saem via internet; Consultar os logs de forma eficiente e com regularidade; Aplicar de modo construtivo as informações obtidas pelos logs; e Controlar e restringir o acesso do usuário administrativo (root). Sei que apresentar soluções para todas as necessidades requer um pouco de estudo e bastante tempo para testes. Isso porque nem sempre uma ferramenta/aplicativo usado por um determinado gerente de redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheço bem algumas das necesidades básicas de quem gerencia uma rede:</p>
<ul>
<li> Ficar informado sobre dados que entram e saem via internet;</li>
<li> Consultar os logs de forma eficiente e com regularidade; </li>
<li> Aplicar de modo construtivo as informações obtidas pelos logs; e </li>
<li> Controlar e restringir o acesso do usuário administrativo (root).</li>
</ul>
<p>Sei que apresentar soluções para todas as necessidades requer um pouco de estudo e bastante tempo para testes. Isso porque nem sempre uma ferramenta/aplicativo usado por um determinado gerente de redes vai ser igualmente eficiente para todos os outros interessados no assunto. E infelizmente, nesse post, não trarei uma &#8220;resposta mágica&#8221; para todos os nossos anseios. Mas uma coisa sei: o sendEmail pode fazer mais por você do que pode-se imaginar!</p>
<p>De modo simples quero me concentar em um único ponto: &#8220;Controlar e restringir o acesso do usuário administrativo (root)&#8221;.</p>
<p>Para isso, vamos usar o sendEmail: que na verdade é simplesmente um cliente de email que usa protocolo SMTP para enviar mensagens via linha de comando. Mas afinal de contas: como aumentar a segurança com esta ferramenta?</p>
<p>Para se obter e usar o sendEmail é só seguir os padrões Unix like (Linux) usados em toda a Galáxia:<br />
&#8211;> instalação manual/compilação &#8211;> tá aqui o <a href="http://caspian.dotconf.net/menu/Software/SendEmail/" target="_blank">binário do pacote</a> <--<br />
--> gerenciadores de pacote modernos: apt, yum, etc. Para quem usa distros Debian ou baseadas em Debian (Ubuntu, Knoppix, Xandros, etc) é só manter os repositórios regulares e usar o conhecido comando:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">apt-get install sendEmail</pre>
<p>* não se esqueça do &#8220;E&#8221; na palavra sendEmail<br />
O.B.S: após a instalação do sendEmail via apt não há, inicialmente, necessidade da modificação de nenhum arquivo conf.(deixe tudo nativo).</p>
<p>Depois acesse seu sistema como root:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">su</pre>
<p>Vá até a pasta pessoal do usuário corrente (ou seja, do root):</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">cd ~ </pre>
<p>Agora liste todos os arquivos ocultos:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">ls -a </pre>
<p>Nossos alvos são os seguintes arquivos:</p>
<p>.bashrc (arquivo que é lido e carregado durante a entrada do usuário no sistema)<br />
.bash_logout (arquivo que é lido e carregado durante saída do usuário do sistema)<br />
.bash_history (arquivo que &#8220;reserva&#8221; os últimos comandos executados pelo corrente usuário no terminal) </p>
<p>Caso os arquivos citdos não existam é só criá-los que automaticamente de tornam funcionais:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">touch .bash_history</pre>
<p> ou</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">touch .bash_logout</pre>
<p>Vamos ao comando direcionado para o sendEmail:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">sendEmail -f nome_do_host_a_ser_monitorado@seu.dominio -t seu_usuario@seu.email -u &quot;Alerta: Entrada de root por `who | cut -d&quot;(&quot; -f2 | cut -d&quot;)&quot; -f1`&quot; -m &quot;Acesso por root em host_alvo 192.168.X.X&quot; -a /home/arquivo -s protocolo_envio@seu_email:porta_usada -xu usuário_do_seu_email -xp senha_do_seu_email 1&gt; /dev/tty7</pre>
<p>Explicando os parâmetros:</p>
<p>-f &#8211;> endereço daquele que envia o email (exemplo: proxy@minha_empresa.com.br)<br />
-t &#8211;> endereço daquele que receberá o email (exemplo: ziraldocardoso@gmail.com)<br />
-u &#8211;> título da mensagem (aqui existe o comando &#8220;<b>who</b>&#8221; adicional que envia o IP da máquina que logou por SSH, por exemplo. Não modifique se deseja manter essa função).<br />
-m &#8211;> a menssagem em si (exemplo: Acesso por root em proxy IP 192.168.2.101)<br />
-a &#8211;> arquivo para anexar. Especifique um anexo se desejar (usado no logout. As 35 linhas finais do .bash_history são anexadas)<br />
-s &#8211;> protocolo para envio de mensagem seguido de : porta. Cada webmail tem as suas próprias especificações. É só olhar nas opções do Yahoo, Gmail ou outro e liberar o recebimento por aplicativo de envio automático (Thunderbird, MS Outlook, etc). (exemplo: smtp.minha_empresa.gov.br:25)<br />
-xu &#8211;> seu nome de usuário do webmail que vai receber o email (exemplo: ziraldo@gmail.com ou somente ziraldo)<br />
-xp &#8211;> sua senha de usuário do webmail<br />
1> /dev/tty7 &#8211;> redirecionamento da saída de tela para outro terminal. Não é algo elegante ter sempre uma descrição de envio de email pelo sendmail toda vez que se entra ou sai do sistema. E outra, um possível invasor não precisa saber que o admin está sendo notificado de sua invasão. (Você pode usar outro recurso se desejar)</p>
<p>Agora é só incluir essa &#8220;parafernalha&#8221; no final do arquivo .bashrc para notificação de login via email. Use seu editor de texto preferido e retire o parâmetro para anexo (-a). Exemplo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">sendEmail -f nome_do_host_a_ser_monitorado@seu.dominio -t seu_usuario@seu.email -u &quot;Alerta: Entrada de root por `who | cut -d&quot;(&quot; -f2 | cut -d&quot;)&quot; -f1`&quot; -m &quot;Acesso por root em host_alvo 192.168.X.X&quot; -s protocolo_de _envio@seu_email:porta_usada -xu usuário_do_seu_email -xp senha_do_seu_email 1&gt; /dev/tty7</pre>
<p>Para o logout usa-se um recurso um pouco diferente: vamos anexar o arquivo .bash_history ao email enviado. É muito interessante poder saber quais foram os últimos comandos executados no terminal. Sei que qualquer invasor que se preze apaga o .bash_history e não executa &#8220;exit&#8221; (comentário feito por Thiago Finardi). Mas eu insisto nisso&#8230; Sabe o porquê? Porque na minha sala de TI trabalham várias pessoas que executam diversos comandos em diferentes terminais. Caso haja algum problema e eu não esteja no trabalho, posso dar imediato suporte porque os últimos comandos foram enviados para o meu email. <img src='http://www.botecodigital.info/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  (fica frio, chefe!)</p>
<p>Edite o .bash_logout e na última linha inclua:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">sh /home/saida.bash_history</pre>
<p>*o nome do arquivo e o caminho podem variar de acordo com sua necessidade.</p>
<p>Crie o arquivo referenciado no local especificado acima:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">touch /home/saida.bash_history</pre>
<p>Crie um arquivo que em breve será usado como anexo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">touch /home/resumo.bash_history</pre>
<p>*o nome do arquivo e o caminho podem variar de acordo com sua necessidade.</p>
<p>Agora edite o arquivo saida.bash_history conforme o exemplo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">tail -n 35 /root/.bash_history &gt; /home/resumo.bash_history</pre>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">sendEmail -f nome_do_host_a_ser_monitorado@seu.dominio -t seu_usuario@seu.email -u &quot;Alerta: Entrada de root por `who | cut -d&quot;(&quot; -f2 | cut -d&quot;)&quot; -f1`&quot; -m &quot;Acesso por root em host_alvo 192.168.X.X&quot; -a /home/resumo.bash_history -s protocolo_envio@seu_email:porta_usada -xu usuário_do_seu_email -xp senha_do_seu_email 1&gt; /dev/tty7</pre>
<p>*o comando &#8220;<b>tail</b>&#8221; usado acima serve para exportar as últimas 35 linhas do .bash_history para o resumo.bash_history que servirá de anexo para o logout.</p>
<p>Considerações finais:</p>
<p>Teste quantas vezes for necessário até ter certeza do funcioanamento. Suprima a parte &#8220;<b>1> /dev/tty7</b>&#8221; durante a fase de implantação para que você possa observar todas as saídas de tela e ter certeza do funcionamento do sendEmail. Use sempre o comando &#8220;<b>exit</b>&#8221; para o logout e  consequente execução do arquivo .bash_logout. Digo ainda que a pior parte é fazer os servidores do Yahoo, bol, Gmail, etc não rejeitarem o email enviado pelo sendEmail. Por causa disso acabei por usar um email organizacional não tão bom, mas que recebe tudo tranquilamente.</p>
<p>fontes:</p>
<p>man sendEmail<br />
<a href="http://caspian.dotconf.net/menu/Software/SendEmail/" target="_blank">http://caspian.dotconf.net/menu/Software/SendEmail/</a><br />
<a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Enviando-emails-pelo-terminal/?pagina=1" target="_blank">http://www.vivaolinux.com.br</a><br />
<a href="http://www.centraldolinux.org/notificacao-por-email-de-acesso-do-root/" target="_blank">http://www.centraldolinux.org</a></p>
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		<title>Fixando IP ao endereço MAC nos hosts de uma LAN</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 02:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ziraldo Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[arp]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[dhcp]]></category>
		<category><![CDATA[fixando ip mac]]></category>
		<category><![CDATA[ip]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de ler diversas opiniões em vários fóruns e depois de seguir alguns tutoriais que, infelizmente, não resolveram minha simples pendência, resolvi resumir este assunto.” Contexto Geral: –&#62; Trabalho em uma rede com aprox. 100 hosts ligados a um servidor DHCP (mais exatamente dhcp3-server + Debian “Lenny”); e –&#62; Meu DHCP está configurado de forma que os IP’s são distribuídos conforme as seguintes linhas do dhcpd.conf: #esse é um pequeno trecho de minha conf# #De modo simples, essas linhas querem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler diversas opiniões em vários fóruns e depois de seguir alguns tutoriais que, infelizmente, não resolveram minha simples pendência, resolvi resumir este assunto.”</p>
<p><strong>Contexto Geral: </strong></p>
<p>–&gt; Trabalho em uma rede com aprox. 100 hosts ligados a um servidor DHCP (mais exatamente dhcp3-server + Debian “Lenny”); e<br />
–&gt; Meu DHCP está configurado de forma que os IP’s são distribuídos conforme as seguintes linhas do dhcpd.conf:</p>
<p>#esse é um pequeno trecho de minha conf#</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
host NOME_DO_HOST {
hardware ethernet NUMERO_MAC (ex.: 00:12:13:25:aa:c7);
fixed-address 192.168.1.X (ex.: 1 a 254);
}
</pre>
<p>#De modo simples, essas linhas querem dizer que um determinado MAC de placa de rede atende sempre por um determinado IP em minha LAN.#<br />
#Acho essa conf fantástica. Isso porque não preciso ficar configurando IP manualmente nos clientes. Qualquer host que eu cadastre no /etc/dhcp3/dhcpd.conf recebe um IP de forma automática quando ligado a um dos cabos da LAN. Bão demais!#</p>
<p><strong>Problema encontrado pelo admin da rede:</strong></p>
<p>–&gt; Se uma pessoa qualquer colocasse na rede seu PC, não previamente cadastrado no dhcpd.conf do servidor, ela não conseguiria ter acesso a nada na rede; mas<br />
–&gt; Se essa mesma pessoa desse uma “olhada” mais de perto em outros hosts já cadastrados na rede, ela poderia deduzir um número IP qualquer não utilizado (entre 1 e 254) e colocá-lo manualmente no seu “cliente clandestino”.<br />
–&gt; Conclusão: Acesso permitido!</p>
<p><strong>Como contornar o problema:</strong></p>
<p>–&gt; Crie um arquivo chamado ethers (o nome não pode variar) no diretório /etc.<br />
–&gt; Edite o arquivo ethers conforme o exemplo abaixo:</p>
<p>#IP  espaço MAC</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
192.168.1.1 00:23:00:c4:25:c4
…
192.168.1.254 00:00:00:00:00:00
</pre>
<p>#Ou seja, IP desejado (conforme sua rede) + MAC conforme aquele do cartão de rede. Os IP’s que ainda não tiverem cliente devem ser preenchidos com full zeros no MAC (00: … :00). Isso porque MAC com “tudo zero” não funciona em uma rede e uma possível clonagem não lograria êxito. Obs.: Caso você deixe algum IP sem MAC, haverá uma vulnerabilidade no “esquema”. Então, tem que se digitar MAC para todos os possíveis IP’s da rede!#</p>
<p>–&gt; Ainda no diretório /etc, crie um arquivo (com qualquer nome) e dê permissão de execução (ex.: touch ip_mac. Depois, chmod +x ip_mac).<br />
–&gt; Edite esse arquivo e dentro dele digite o seguinte comando:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">arp -f </pre>
<p>#Ou seja, esse é o comando que fixa o IP ao MAC e usa por padrão o arquivo ethers como referência#<br />
–&gt; Agora só falta colocar o arquivo ip_mac para ser inicializado no boot do seu S.O. Com isso garantimos que o comando arp -f será executado em todos as reinicializações de forma automática.<br />
–&gt; Se sua “distro” for derivada do Debian (ex.: Ubuntu, Knoppix, Linspire, etc) é só buscar pelo arquivo /etc/init.d/bootmisc.sh. (Pode ser que ele não esteja exatamente neste diretório. Então é só procurar por ele usando os comandos find e locate, por exemplo.)<br />
–&gt; Se sua “distro” não for da “linha” Debian, faça uma breve pesquisa para saber quais são os meios de se inicializar um script de forma automática no boot (existem muitas outras formas).<br />
–&gt; Edite o bootmisc.sh e escreva o endereço do arquivo com permissão de execução que foi criado anteriormente: /etc/ip_mac. Depois salve.</p>
<p>–&gt; Para saber se tudo está funcionado é só digitar o comando <strong>arp -a</strong> e todos os IP’s que estiverem fixos ao seu respectivo MAC vão aparecer como neste exemplo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
? (192.168.1.118) em 00:c4:54:18:a7:c8 [ether] PERM em eth1
</pre>
<p>#”Fique de olho” na palavra PERM. Os IP’s não fixados ao MAC, em um sistema DHCP, aparecem sem PERM na saída do comando arp -a. Exemplo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
? (192.168.1.118) em 00:c4:54:18:a7:c8 [ether] em eth1
</pre>
<p>–&gt; Conclusão: Problema contornado.</p>
<p><strong>Fontes:</strong><br />
wandersonbpaula em http://www.vivaolinux.com.br</p>
<p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Address_Resolution_Protocol</p>
<p>/usr/share/doc/dhcp3-server/examples/dhcpd.conf</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ajustar horário de verão no Debian / Ubuntu</title>
		<link>http://www.botecodigital.info/linux/ajustar-horario-de-verao-no-debian-ubuntu/</link>
		<comments>http://www.botecodigital.info/linux/ajustar-horario-de-verao-no-debian-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 15:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Finardi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[ajustar hora]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[ntp]]></category>
		<category><![CDATA[ntp.br]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Manter os dispositivos nas redes e na Internet com a hora certa é muito importante. Isso vale para servidores, roteadores, notebooks e desktops! Muitas aplicações dependem disso para funcionar bem. Incidentes de segurança e até crimes cibernéticos só podem ser investigados se os logs dos dispositivos envolvidos estiverem em sincronismo. Para evitar estes possíveis problemas, utilizamos um repositório central para sincronizar a data e hora em nossos servidores, desktop, etc. Eu recomendo sincronizar com o pool do NTP.BR (Network Time [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manter os dispositivos nas redes e na Internet com a hora certa é muito importante. Isso vale para servidores, roteadores, notebooks e desktops! Muitas aplicações dependem disso para funcionar bem. Incidentes de segurança e até crimes cibernéticos só podem ser investigados se os logs dos dispositivos envolvidos estiverem em sincronismo.</p>
<p>Para evitar estes possíveis problemas, utilizamos um repositório central para sincronizar a data e hora em nossos servidores, desktop, etc. Eu recomendo sincronizar com o pool do NTP.BR (Network Time Protocol). Sua instalação e configuração é muito simples, vamos aos passos.</p>
<p>Confira a Hora atual e a hora do seu computador:</p>
<div style="text-align:center;"><iframe src="http://monitor.ntp.br/horacerta/banner.php" frameborder="0" scrolling="no" height="60" width="468" marginheight="0px" allowtransparency="true"></iframe></div>
<p>Caso a hora do seu computador esteja errada, siga os passos abaixo e solucione este problema.</p>
<p><strong>Instalando o NTP no Debian</strong></p>
<p>Execute todos os passos logado como root ou utilizando o sudo.</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">apt-get install ntp</pre>
<p>Será instalado o ntp com suas ferramentas de sincronização e monitoramento. Após instalar o ntp, crie o arquivo <in>ntp.drift</in> com o comando:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">touch /etc/ntp.drift</pre>
<p>Se a hora de seu computador estiver com um erro maior do que 16 minutos, o ntp pode não funcionar. Se for o caso, ajuste a hora manualmente, antes de iniciar o ntpd. Ou então execute o ntpd com os parâmetros abaixo, para um primeiro ajuste, e depois inicie o serviço:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">ntpd -q -g </pre>
<p>Substitua o conteúdo do arquivo de configuração padrão <in>/etc/ntp.conf</in> pela configuração abaixo.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
# &quot;memoria&quot; para o escorregamento de frequencia do micro
# pode ser necessario criar esse arquivo manualmente com
# o comando touch ntp.drift
driftfile /etc/ntp.drift

# estatisticas do ntp que permitem verificar o historico
# de funcionamento e gerar graficos
statsdir /var/log/ntpstats/
statistics loopstats peerstats clockstats
filegen loopstats file loopstats type day enable
filegen peerstats file peerstats type day enable
filegen clockstats file clockstats type day enable

# servidores publicos do projeto ntp.br
server pool.ntp.br iburst
server a.st1.ntp.br iburst
server b.st1.ntp.br iburst
server c.st1.ntp.br iburst
server d.st1.ntp.br iburst
server gps.ntp.br iburst
server a.ntp.br iburst
server b.ntp.br iburst
server c.ntp.br iburst

# outros servidores
# server outro-servidor.dominio.br iburst

# configuracoes de restricao de acesso
restrict default kod notrap nomodify nopeer
restrict -6 default kod notrap nomodify nopeer
</pre>
<p>Após modificar a configuração é preciso reiniciar o ntpd e pronto <img src='http://www.botecodigital.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong> Testando o ntp</strong></p>
<p>O ntp traz consigo algumas ferramentas que permitem monitorar seu funcionamento. A mais importante é o ntpq. A seguir são apresentados dois comandos do ntpq que permitem visualizar algumas variáveis importantes do ntp:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">ntpq -c pe </pre>
<p>Se for obtida uma resposta como:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
ntpq -c pe
ntpq: read: Connection refused
</pre>
<p>Significa que o serviço ntp não está funcionando. Uma reposta normal se parece com essa:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
  remote        refid         st   t  when  poll  reach  delay   offset  jitter
================================================================================
+a.ntp.br     200.160.7.192    2   u   10    64    337  294.756  35.596   0.521
+b.ntp.br     200.160.7.186    2   u    8    64    377  226.294   2.658   0.229
*c.ntp.br     200.160.7.192    2   u    -    64    377  208.758   4.026   0.424
</pre>
<p>Bom era isso.</p>
<p>Fonte: http://www.ntp.br/</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Redimensionar várias imagens no linux</title>
		<link>http://www.botecodigital.info/linux/redimensionar-varias-imagens-no-linux/</link>
		<comments>http://www.botecodigital.info/linux/redimensionar-varias-imagens-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 22:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Finardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[convert]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[redimensionar]]></category>
		<category><![CDATA[redimensionar imagens]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu preparando um álbum de fotos no Flikr e precisei redimensionar fotos no linux, estas fotos eram do 1º Seminário de Software Livre TchêLinux Uruguaiana. A resolução original das fotos é 3.456 X 2.592 (sim eu sei, um absurdo), eu precisava deixar todas em 800&#215;600. Cheguei a pensar em pesquisar algum plugin para o Dolphin (gerenciador de arquivos do KDE), algo parecido com o &#8220;nautilus-image-converter&#8221;, mas acabei lembrando do bom e velho convert em modo texto. Bom chega de conversa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu preparando um álbum de fotos no Flikr e precisei <strong>redimensionar fotos no linux</strong>, estas fotos eram do 1º Seminário de Software Livre TchêLinux Uruguaiana. A resolução original das fotos é 3.456 X 2.592 (sim eu sei, um absurdo), eu precisava deixar todas em 800&#215;600. Cheguei a pensar em pesquisar algum plugin para o Dolphin (gerenciador de arquivos do KDE), algo parecido com o <em>&#8220;nautilus-image-converter&#8221;,</em> mas acabei lembrando do bom e velho <em>convert</em> em modo texto.</p>
<p>Bom chega de conversa e vamos ao que interessa <img src='http://www.botecodigital.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<h1>Redimensionando fotos no linux</h1>
<p>Primeiramente, acesse o terminal e navegue até a pasta onde estão as fotos.<br />
Recomendo criar uma pasta para receber as fotos redimensionadas:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
$ mkdir novas
</pre>
<p>Agora, iremos converter nossas fotos, para isso, vamos utilizar um laço de repetição <em>for</em> em <em>shell script</em>.</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">
$ for foto in *.jpg; do convert $foto -resize 800x600 novas/$foto; done
</pre>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li>foto = Variável para guardar o nome de cada foto;</li>
<li>convert = Programa utilizado para converter formatos, redimensionar, unir, etc, imagens;
<li>-resize 800&#215;600 = Tamanho para a nova resolução</li>
<li>novas/$foto = Caminho onde serão geradas as novas fotos, o $fotos é para manter o mesmo nome do original.</li>
</ul>
<p>Resumindo, o laço será executado pegando o nome da foto encontrada e passando para a variável foto, após ele converte a foto encontrada de acordo com os parâmetros definidos, e posteriormente a salva no novo diretório sem alterar a original.</p>
<p>Maiores informações sobre as funcionalidades e opções de uso podem ser vistar no manual do comando convert.</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">$ man convert</pre>
<p>Por hora era isso, que a força esteja com vocês.</p>
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		<title>TchêLinux Uruguaiana</title>
		<link>http://www.botecodigital.info/php/tchelinux-uruguaiana/</link>
		<comments>http://www.botecodigital.info/php/tchelinux-uruguaiana/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 15:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Finardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[tchelinux]]></category>
		<category><![CDATA[uruguaiana]]></category>

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		<description><![CDATA[É com grande satisfação que anunciamos o 1º Seminário de Software Livre TcheLinux Uruguaiana. O TcheLinux é um grupo de voluntários que desde 2006 trabalha na divulgação do Software Livre no estado do Rio Grande do Sul, através de palestras e workshops gratuitos para estudantes e demais interessados. O evento será realizado na Escola SENAC de Uruguaiana nos dias 16 e 17 de Setembro de 2011 (sexta e Sábado). As inscrições estão abertas: http://tchelinux.uruguaianatech.info/ Confira as listas das palestras aqui: http://tchelinux.org/site/doku.php?id=evento_uruguaiana_2011 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É com grande satisfação que anunciamos o 1º Seminário de Software Livre TcheLinux Uruguaiana.</strong></p>
<p>O <strong>TcheLinux</strong> é um grupo de voluntários que desde 2006 trabalha na divulgação do Software Livre no estado do Rio Grande do Sul, através de palestras e workshops gratuitos para estudantes e demais interessados.</p>
<p>O evento será realizado na Escola SENAC de Uruguaiana nos dias 16 e 17 de Setembro de 2011 (sexta e Sábado).</p>
<p>As inscrições estão abertas: <a href="http://tchelinux.uruguaianatech.info/">http://tchelinux.uruguaianatech.info/</a></p>
<p>Confira as listas das palestras aqui: <a href="http://tchelinux.org/site/doku.php?id=evento_uruguaiana_2011">http://tchelinux.org/site/doku.php?id=evento_uruguaiana_2011</a></p>
<p>A entrada no evento é gratuita, aos interessados em certificado é solicitado a doação de 2Kg de alimentos.</p>
<p>Não perca esta oportunidade.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Redimensionando imagens em lote(Batch Process) com Gimp</title>
		<link>http://www.botecodigital.info/linux/redimensionando-imagens-em-lotebatch-process-com-gimp/</link>
		<comments>http://www.botecodigital.info/linux/redimensionando-imagens-em-lotebatch-process-com-gimp/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 14:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aramburu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[gimp]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[redimensionar imagens]]></category>

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		<description><![CDATA[O Gimp como todo programa de edição de imagens possuí o processamento em lote de imagens(batch), o problema do Gimp é que ele não é instalado por padrão, na verdade ele é um plugin separado, então é preciso instalá-lo por fora, mas é bastante simples, no Ubuntu basta: E ele fica disponível no menu Filtros Ele abrirá uma janela, pedindo que selecione as imagens; Após selecionar as imagens que deseja redimensionar vá em na aba Resize. Ele permite o redimensionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Gimp como todo programa de edição de imagens possuí o processamento em lote de<br />
 imagens(batch), o problema do Gimp é que ele não é instalado por padrão, na verdade ele é um plugin separado, então é preciso instalá-lo por fora, mas é bastante simples, no Ubuntu basta:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
sudo apt-get install gimp-plugin-registry
</pre>
<p>E ele fica disponível no menu <strong>Filtros</strong></p>
<div style="text-align:center">
<a href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/filtros.png" rel="prettyPhoto" class="cboxModal" title="filtros"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/filtros-300x287.png" alt="" title="filtros" width="300" height="287" class="aligncenter size-medium wp-image-1543" /></a>
</div>
<p>Ele abrirá uma janela, pedindo que selecione as imagens;</p>
<div style="text-align:center">
<a href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/input.png" rel="prettyPhoto" class="cboxModal" title="input"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/input-263x300.png" alt="" title="input" width="263" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1544" /></a>
</div>
<p>Após selecionar as imagens que deseja redimensionar vá em na aba Resize. Ele permite o redimensionamento <strong>relativo</strong> e <strong>absoluto</strong>, sendo que para o absoluto oferece as opções:</p>
<p><strong>Exactly:</strong> Que redimensiona para exatamente as dimensões fornecidas distorcendo a imagens se necessário.<br />
<strong>Padded:</strong> Coloca a imagem dentro da área informada e preenche o espaço  sobrando com a cor de fundo selecionada na paleta do Gimp.<br />
<strong>Inside</strong>: Redimensiona a imagem para caber dentro da área informada.<br />
<strong>OutSize</strong>: Redimensiona a imagem para ser maior que área informada, sendo que a menor dimensão da imagem irá caber dentro da área.</p>
<div style="text-align:center">
<a href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/resize.png" rel="prettyPhoto" class="cboxModal" title="resize"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/resize-263x300.png" alt="" title="resize" width="263" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1545" /></a>
</div>
<p>Na aba <strong>Rename</strong> podemos selecionar o diretório de destino das imagens redimensionadas e adicionar prefixos nas imagens etc.</p>
<div style="text-align:center">
<a href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/rename.png" rel="prettyPhoto" class="cboxModal" title="rename"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/rename-263x300.png" alt="" title="rename" width="263" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1546" /></a>
</div>
<p>Por fim na aba <strong>Output</strong> selecionamos o formato da imagens redimensionadas.</p>
<div style="text-align:center">
<a href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/output.png" rel="prettyPhoto" class="cboxModal" title="output"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/07/output-263x300.png" alt="" title="output" width="263" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1547" /></a>
</div>
<p>Basta agora  clicar em <strong>start</strong> que muito trabalho foi poupado!</p>
<p>O plugin tem várias outras opções como Turn (Girar Imagem), Blur (Embaçar), Colour (Colorir, incluindo auto-colorir e aplicar escala de cinza) e Sharpen.</p>
<p>Era isso T++ !</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalar Firefox 5 no Ubuntu &#8211; Debian</title>
		<link>http://www.botecodigital.info/linux/instalar-firefox-5-no-ubuntu-debian/</link>
		<comments>http://www.botecodigital.info/linux/instalar-firefox-5-no-ubuntu-debian/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 00:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Finardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Navegadores]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[firefox 5]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.botecodigital.info/?p=1528</guid>
		<description><![CDATA[A data oficial de lançamento da versão final do Firefox 5 é 21 de junho, mas já é possível baixar o novo navegador nos servidores de FTP da Mozilla, empresa responsável pelo Firefox e outros aplicativos como o Thunderbird. Fiz a instalação do navegador no Ubuntu (10.10) e no Debian (Squeeze), abaixo coloco os passos seguidos. Obtendo o Firefox Primeiro devemos fazer o download do aplicativo direto do FTP da Mozilla, para a versão de 32 bits: Para a versão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A data oficial de lançamento da versão final do Firefox 5 é 21 de junho, mas já é possível baixar o novo navegador nos servidores de FTP da Mozilla, empresa responsável pelo Firefox e outros aplicativos como o Thunderbird. Fiz a instalação do navegador no Ubuntu (10.10) e no Debian (Squeeze), abaixo coloco os passos seguidos.</p>
<h4>Obtendo o Firefox</h4>
<p>Primeiro devemos fazer o download do aplicativo direto do FTP da Mozilla, para a versão de 32 bits:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">$ wget ftp://ftp.mozilla.org/pub/firefox/releases/5.0/linux-i686/pt-BR/firefox-5.0.tar.bz2</pre>
<p>Para a versão de 64 bits:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">$ wget ftp://ftp.mozilla.org/pub/firefox/releases/5.0/linux-x86_64/pt-BR/firefox-5.0.tar.bz2</pre>
<h4>Instalação</h4>
<p>vamos lá, logado como root no terminal execute os passos abaixo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">mv firefox-5.0.tar.bz2 /opt</pre>
<p>Agora vamos descompactar o arquivo:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">tar -xjvf firefox-5.0.tar.bz2</pre>
<p>Vamos criar um link simbólico para o binário do firefox dentro do diretório /usr/bin para que possa ser chamado de qualquer lugar da arvore de diretórios:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">ln -s /opt/firefox/firefox /usr/bin/firefox[</pre>
<p>Vamos remover o diretório plugins do firefox que baixamos:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">rm -rf /opt/firefox/plugins</pre>
<p>Falta somente definirmos de onde buscar os plugins para o firefox:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">ln -sf /usr/lib/mozilla/plugins /opt/firefox/plugins</pre>
<p>Depois destes passos, fica faltando criar o ícone no menu de aplicativos, apontando para o “/usr/bin/firefox”, o que você pode fazer usando o editor de menus.</p>
<p>Desta forma de instalação não vamos ter as atualizações de segurança via “apt-get upgrade”, é muito importante ativar as atualizações automáticas do Firefox. Para fazer-lo, deveremos transferir o diretório “/opt/firefox” de dono, como em:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">chown -R botecodigital /opt/firefox</pre>
<p>Isso permitirá que o próprio Firefox modifique o conteúdo da pasta, instalando as atualizações conforme elas forem disponibilizadas. Não esqueça de verificar se as atualizações automáticas do Firefox estão ativadas em “Editar &gt; Preferências &gt; Avançado &gt; Atualizações”.</p>
<h3>Instalação dos Plugins</h3>
<h4>Flash</h4>
<p>Devemos instalar o pacote “flashplayer-mozilla”:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">apt-get install flashplayer-mozilla</pre>
<p>Agora vamos selecionar qual o plugin queremos utilizar no navegador rodando o comando “update-alternatives”, que é um script que permite definir aplicações preferenciais:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/usr/sbin/update-alternatives --config flash-mozilla.so</pre>
<p>Ele perguntará qual dos dois plugins será usado por padrão; basta escolher o “flashplayer-mozilla” na lista.</p>
<h4>Java</h4>
<p>Quem esta tendo problemas em acessar algumas páginas de banco certamente é pela falta deste plugin, ou simplesmente porque não o definiu como aplicativo preferencial.</p>
<p>Devemos então baixar o pacote “sun-java6-jre” que é o Java Runtime Environment(JRE) e o “sun-java6-plugin” que é o plugin do java para firefox e iceweasel.</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">apt-get install sun-java6-jre sun-java6-plugin</pre>
<p>Agora vamos rodar novamente o script para o definir como aplicativo preferencial com o comando:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">/usr/sbin/update-alternatives --config java</pre>
<p>Caso ja tenha algum plugin para o java instalado ele vai lhe perguntar qual deverá ser o padrão, basta escolher o “java6-sun”.</p>
<p><strong>Abaixo algumas imagens do aplicativo:</strong></p>
<div style="text-align: center;"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/Firefox.png" class="cboxModal" title="Firefox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1529" title="Firefox" src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/Firefox-300x132.png" alt="" width="300" height="132" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: center;"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/flash.png" class="cboxModal" title="flash"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1530" title="flash" src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/flash-300x157.png" alt="" width="300" height="157" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: center;"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/Java.png" class="cboxModal" title="Java"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1531" title="Java" src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/Java-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a></div>
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		<title>Sensores de Temperatura no Ubuntu &#8211; Debian</title>
		<link>http://www.botecodigital.info/linux/sensores-de-temperatura-no-ubuntu-debian/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 20:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Finardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[gnome]]></category>
		<category><![CDATA[sensores]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante uma aula de manutenção de notebooks um aluno perguntou como poderia controlar a temperatura do Hardware pelo linux, ai surgiu a ideia de fazer este post, mostrando a instalação do lm-sensors. É fato que o calor é um dos fatores da natureza mais problemático quando estamos falando de Hardware. Portanto monitorar as temperaturas dos componentes de hardware(CPU, HD, GPU e etc) é sempre bom para percebermos quando alguma parte do nosso computador/notebook começa a esquentar demais, nos alertando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma aula de manutenção de notebooks um aluno perguntou como poderia controlar a temperatura do Hardware pelo linux, ai surgiu a ideia de fazer este post, mostrando a instalação do <em><strong>lm-sensors</strong></em>.</p>
<p>É fato que o calor é um dos fatores da natureza mais problemático quando estamos falando de Hardware. Portanto monitorar as temperaturas dos componentes de hardware(CPU, HD, GPU e etc) é sempre bom para percebermos quando alguma parte do nosso computador/notebook começa a esquentar demais, nos alertando a realizar uma limpeza, análise e principalmente uma revisão do sistema de resfriamento.</p>
<h4>Instalação:</h4>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">$ sudo apt-get install lm-sensors sensors-applet</pre>
<p>Após a instalação devemos rodar o comando abaixo para reconhecer os dispositivos e ativar o suporte aos sensores</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">$ sudo sensors-detect</pre>
<p>Responda as perguntas informando o que você quer ativar ou não. Não esqueça da última, pois ela adiciona o applet na inicialização do sistema.</p>
<h4>Configuração:</h4>
<p>Agora é só <strong>adicionar ao painel</strong> o applet <strong>&#8220;Monitor dos Sensores de Hardware&#8221;</strong>, caso não apareça, aperte ALT+F2 e execute</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">killall gnome-panel</pre>
<p>Bom, resta somente selecionar os sensores que você gostaria de deixar no aplicativo. Lembrando que os sensores disponíveis depende de seus componentes possuírem suporte aos sensores.</p>
<div style="text-align: center;"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/sensores.png" class="cboxModal" title="sensores"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1523" title="sensores" src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/06/sensores-300x25.png" alt="" width="300" height="25" /></a></div>
<p>Neste exemplo, deixei o sensor do HD, Core1, Core2 e GPU simultaneamente.</p>
<p>Bom era isso.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>Habilitando o Usuário Raiz no Mac OS X V. 10.6.x</title>
		<link>http://www.botecodigital.info/dicas/habilitando-o-usuario-raiz-no-mac-os-x-v-10-6-x/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 18:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Peterson Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[/root]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje precisei habilitar a senha e o usuário Raiz no meu MacBook Pro. Procurei nos artigos da Apple e encontrei uma referência, porém não consegui sucesso. Neste instante pensei em ligar pela primeira vez para o suporte da Apple que sempre ouvi dizer que era muito bom, e realmente É MUITO BOM! Pois bem, precisei alterar o httpd.conf do apache para habilitar o php5, o sistema solicitava que fosse feita a alteração com o comando sudo nano httpd.conf (/etc/apache2). Pedia-me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje precisei habilitar a senha e o usuário Raiz no meu MacBook Pro. Procurei nos artigos da Apple e encontrei uma referência, porém não consegui sucesso. Neste instante pensei em ligar pela primeira vez para o suporte da Apple que sempre ouvi dizer que era muito bom, e realmente É MUITO BOM!</p>
<p>Pois bem, precisei alterar o httpd.conf do apache para habilitar o php5, o sistema solicitava que fosse feita a alteração com o comando sudo nano httpd.conf (/etc/apache2). Pedia-me a senha, mas como eu não a tinha, precisava habilitar o Usuário Raiz.</p>
<p>No suporte via telefone, minha surpresa foi o atendente (muito atencioso) informar que este tipo de atendimento nunca tinha feito ainda, não tinha prestado este tipo de suporte.</p>
<p>Alguns minutos depois fizemos o seguinte procedimento para resolver o meu problema.</p>
<p>Acesse:</p>
<p>1 &#8211; Preferências do sistema;</p>
<div style="text-align:center"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/mac1.png" class="cboxModal" title="Habilitando o Usuário Raiz no Mac OS X V. 10.6.x"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1513" src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/mac1-300x208.png" alt="" width="300" height="208" /></a></div>
<p>2 &#8211; Contas;</p>
<div style="text-align:center"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/contas.png" class="cboxModal" title="Habilitando o Usuário Raiz no Mac OS X V. 10.6.x"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/contas-300x237.png" alt="" width="300" height="237" class="aligncenter size-medium wp-image-1512" /></a></div>
<p>3 &#8211; Opç. In. de Sessão;<br />
4 &#8211; Libere o cadeado;<br />
5 &#8211; Informe a senha de usuário Admin;<br />
6 &#8211; Clique no botão Conectar;</p>
<div style="text-align:center"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/conectar.png" class="cboxModal" title="Habilitando o Usuário Raiz no Mac OS X V. 10.6.x"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/conectar-300x238.png" alt="" width="300" height="238" class="aligncenter size-medium wp-image-1511" /></a></div>
<p>7 &#8211; Abrir Utilitário de Diretório;<br />
8 &#8211; Libere novamente o Cadeado;</p>
<div style="text-align:center"><a rel="prettyPhoto" href="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/cadeado.png" class="cboxModal" title="Habilitando o Usuário Raiz no Mac OS X V. 10.6.x"><img src="http://www.botecodigital.info/wp-content/uploads/2011/05/cadeado-300x108.png" alt="" width="300" height="108" class="aligncenter size-medium wp-image-1510" /></a></div>
<p>9 &#8211; Clique em Editar;<br />
10 &#8211; Ativar usuário Raiz;<br />
11 &#8211; Informe a senha desejada.</p>
<p>Feche novamente os cadeados das opções anteriores.</p>
<p>Volte ao terminal e tente novamente o comando
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">sudo nano httpd.conf</pre>
<p>Informe a senha digitada anteriormente.</p>
<p>Pronto, era isso. Espero ter ajudado.</p>
<p>Bom trabalho.</p>
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		<item>
		<title>Recuperar Arquivos no Linux</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 23:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Finardi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[foremost]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[undelete]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem nunca apagou um diretório achando que nele não haviam arquivos importantes que atire a primeira pedra, pois bem, obviamente cometi este engano. A lei de Murphi é clara: &#8220;Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará&#8221;, então a primeira dica é bem simples, clara e óbvia: Confira o seu conteúdo antes de qualquer ação, pois isto evitará futuros problemas e incômodos, mas se assim como eu, você &#8220;esqueceu&#8221; de fazer o procedimento, deixo algumas dicas. Sabemos que ao apagar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca apagou um diretório achando que nele não haviam arquivos importantes que atire a primeira pedra, pois bem, obviamente cometi este engano. A lei de Murphi é clara: &#8220;Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará&#8221;, então a primeira dica é bem simples, clara e óbvia: Confira o seu conteúdo antes de qualquer ação, pois isto evitará futuros problemas e incômodos, mas se assim como eu, você &#8220;esqueceu&#8221; de fazer o procedimento, deixo algumas dicas.</p>
<p>Sabemos que ao apagar um arquivo na verdade apenas apagamos a referência do mesmo no disco, pois bem, graças a isto, é nos dada a possibilidade de restaurar esta referência  em um novo local da memória (HD/PenDrive). Logo que você se der conta do que fez recomendo não salvar mais nada no disco, pois a probabilidade de subscrever os endereços de memória é alta, ai fica impossível restaurar o antigo conteúdo. Utilize o HD como slave em outra máquina, mas se não houver outra forma, de boot utilizando um Live CD e realize os procedimentos.</p>
<h4>Foremost</h4>
<p>Este é um aplicativo executado no terminal que analisa o cabeçalho dos arquivos e o seu conteúdo (tipo de arquivo) e verifica se consegue restaurar o mesmo, somente alguns tipos mais comuns de arquivos são suportados. Originalmente desenvolvido pelo departamento de investigações oficiais das forças armadas dos Estados Unidos e pelo Centro de Estudos e Pesquisa em Segurança de Sistemas de Informação, o foremost foi aberto ao público em geral e hoje está disponível para download no <a href="http://foremost.sourceforge.net/" target="_blank">Source Forge</a>.</p>
<p>A lista de arquivos suportados é:</p>
<ul>
<li>jpg, gif, png, bmp, avi, exe, mpg, wav, riff, wmv, mov, pdf, ole, doc, zip, rar, htm, cpp.</li>
</ul>
<p>Estes são os tipos de arquivos que constam no manual do foremost (man foremost), não sei se ele recupera algo que não sejam destes tipos.</p>
<p>Usuários do Ubuntu/Debian é só instalar do repositório:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">sudo apt-get install foremost</pre>
<p>Procurar todos os tipos de arquivos:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate"> foremost -i diretório_a_buscar -o diretório_de_saída -t all </pre>
<p><strong>Recomendo salvar em outro dispositivo que não seja a mesma partição de origem dos dados, pois volto a lembrar, é muito provável subscrever os endereços de memória.</strong></p>
<p>Caso queira somente um tipo de arquivo informe na linha de comando, pois a análise é demorada:</p>
<pre class="brush: bash; title: ; notranslate">foremost -i diretório_a_buscar -o diretório_de_saída -t jpg,pdf, doc </pre>
<p>Bom, espero ter ajudado. =p</p>
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